Quem somos

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De Ricardo Coelho para Ricardus Cunha.
Com nova administração a Revista Esporte Emoção continuará dando a sua colaboração ao esporte off-road.

Fundada em agosto de 1997 a Revista Esporte Emoção nasceu de uma idéia de dois amigos de infância, Ricardo Coelho e Pepo Melo, jornalista que respondia pelo caderno de esporte amador do Diário do Nordeste.

Na ocasião, a idéia era colocar um veículo de comunicação que desse espaço para o esporte amador. Durante três anos a parceria deu muito certo e o amadorismo local ganhou referência em notícias, tão escassa nas grandes mídias. Todas as federações esportivas do Ceará viam na revista seu único canal de ligação entre o esporte e o público, cumprindo então o papel ao qual se destinou.

Já nos anos 2000, Pepo Melo recebeu uma proposta para trabalhar no Acre e depois de muito pesar pós e contra, arrumou as malas e seguiu viagem. Foi ai então que a Esporte Emoção sentiu a necessidade de se segmentar, ou seja, trabalhar especificamente com um tema. Surgiu então à oportunidade do off Road. Na época pouquíssimas competições locais aconteciam, o esporte estava surgindo. Até então, era apenas “clubes de jipeiros” que faziam eventos esporádicos sem cunho competitivo. Mas tudo aquilo já atraía a atenção de muitos aficcionados
pelo esporte. Dunas, beira de praia, lama, sertão, faziam do Ceará um ótimo lugar para a prática do rally. Nascia a Esporte Emoção como única alternativa no estado
para a divulgação dos acontecimentos fora de estrada.

O “bichinho” do rally pegou, e daí em diante foi mais 14 anos trabalhando e se divertindo com o tema. Neste período cobrimos centenas de eventos dentro e fora
do estado: Cerapió, Piocerá, Rally dos Sertões, Mitsubishi Motor’s, Mit Cup, Estaduais de rally de regularidade, passeios, indoor’s e muito mais. Tudo que tivesse poeira, duna e alegria, estava lá a Esporte Emoção.

Porém, o cansaço bateu e a necessidade de novos desafios nos levou a dar uma parada na revista. “já não tenho mais 20 anos, o gás já não é o mesmo, além disso, comecei a pensar em outras atividades fora do rally. O meu trabalho com a publicidade e outros assuntos acabou me tirando aos poucos do esporte, vi que o meu ciclo tinha encerrado. Vida que segue”. Avaliou Coelho.

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